12 de jan de 2014

boa viagem, Moa...





Faleceu ontem o querido Moacy Cirne, poeta, incentivador de poetas, autor de vários livros sobre histórias-em-quadrinhos (o primeiro deles em 1970) e um dos fundadores do poema/processo (em 1967), pessoa de delicadeza e luminosidade forjadas no sertão do Seridó.
Fará muita falta, como já vinha fazendo desde que se ausentou das postagens de seu blog Balaio Vermelho (não deixe de visitar:http://balaiovermelho.blogspot.com.br/).
Aqui no link a homenagem que a Revista Germina presta à sua poesia agreste (
http://www.germinaliteratura.com.br/mcirne.htm), e fica também o registro da homenagem que lhe prestamos em 2012 na página 56 da nossa Revista Rebosteio Digital - Especial Quadrinhos (neste link:http://issuu.com/rebosteiodigital/docs/rebosteio_especial_quadrinhos).

Aqui, a notícia na Tribuna do Norte: http://tribunadonorte.com.br/noticia/o-poeta-artista-visual-e-professor-moacy-cirne-se-despede-aos-70-anos/271591.
E uma entrevista recente que ele concedeu ao Superpauta: http://superpauta.blogspot.com.br/2013/12/entrevista-moacy-cirne.html.

O Moa, como eu o chamava nas nossas trocas de comentários blogais, me honrou com sua doçura e incentivo num momento muito especial de minha vida, em que eu me aventurava pela primeira vez a escrever qualquer coisa. Figurar no Balaio Vermelho, era pra mim quase um prêmio, um presente.
Como disse a Adelaide do Julinho: que ele descanse, em paz e poesia.